Clean Feed/ Trem Azul: ocasião muito especial no sábado, 30.04

Inauguração da Exposição de António Júlio Duarte “Discography”
Sábado 30 de Abril pelas 19:30 – Entrada Livre

2 Concertos – Felipe Felizardo e Elliott Sharp
21:30 – Eur 10,00
Na Trem Azul Jazz Store

Antonio Júlio Duarte
Exposição de fotografia Discography / 30 de Abril a 24 de Junho / Trem Azul Jazz Store
Antonio Júlio Duarte Nasceu em Lisboa em 1965. Licenciou-se no Ar.Co e fez posteriormente estudos no the Royal College of Art, em Londres. Foi nomeado para o prémio BESart em 2005. Publicou até a data 5 livros sobre o seu trabalho fotográfico e esta representado em várias colecções públicas e privadas tanto em Portugal como no estrangeiro.  É actualmente artista da galeria Módulo.

21:30 – Primeira parte por Filipe Felizardo (guitarra solo)

Elliott Sharp – 8 String Guitarbass, saxofone soprano, electrónicas
“Utilizando a sua Guitarbass de 8 cordas, o saxofone soprano e electrónicas, Elliott Sharp irá apresentar um concerto solo completamente improvisado mas solidamente sustentado em peças de “Octal”, no seu projecto Tectonics e no seu longo historial de sónica pesquisa electroacustica pelos campos do Rock, Jazz, Blues e muito mais.Do seu trabalho diz o jornal Brooklyn Rail “Vamos ser claros, dizer que Elliott Sharp toca guitarra é o mesmo que dizer que Bach escreveu algumas notas. Qualquer coisa que Elliott Sharp faça de ou para a guitarra, enquanto que nós mortais abrimos a boca de espanto, é verdadeiramente transcendental e profundamente estimulante, para além de muitíssimo agradável. Para o BigCityBlog “Sharp é um dos músicos mais livres de clichés que existe a par de Derek Bailey e Lee Konitz. Preparemo-nos então para esta ocasião única !”

Filipe Felizardo
Filipe Felizardo é artista visual e músico. Depois de “Övöo” (2010, edição de autor), editou em Fevereiro último o seu segundo trabalho a solo, “lII = 207.8°, bII = -56.3°”, ambos produzidos no âmbito de uma residência artística permanente na Galeria Zé dos Bois. A sua música prende-se com investigações improvisatórias sobre o drone para guitarra. Está de momento a preparar a edição de um disco com o trio ACRE ( com Gabriel Ferrandini e Pedro Sousa ), entre colaborações com Luís Lopes, Francisco Petrucci, Bruno Silva, e Travassos, enquanto prepara um novo disco de pequenas composições para guitarra eléctrica barítono. ”Mais do que drone para guitarra, a sua música insinua um universo próprio. Num só tema, revisita paisagens inóspitas – da Tundra de Joakim Skogsberg, ao Saara de “Fata Morgana”, passando pelo Texas de Dylan Carlson.” Sérgio Hydalgo, ZDB Muzique “Criador de cartografias paracientíficas no espaço sideral, assentes em trabalhos sobre forma e ressonância, formalística e ritualisticamente dissecadas em guitarra e efeitos de espelhos transcendentalistas.” Pedro Gomes, Filho Único “Trepa ao cimo dos picos mais altos, por mérito próprio. Uma belíssima escalada de exploração sonora em torno do drone. Felizardo cada vez mais se escapa a um campo referencial contemporâneo. A via é por aqui, sim.”  Bruno Silva, Bodyspace
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